Os florais aumentam o bem-estar geral, ampliam a consciência e trazem luz à mente, corpo e emoções, criando condições propícias à recuperação do Ser como um todo. Ativa o processo de expansão e transformação da consciência, desperta talentos, virtudes e potenciais latentes e ajuda no processo de autoconhecimento e auto-cura. È coadjuvante em qualquer processo terapêutico que tenha por princípio a responsabilidade do cliente perante sua própria cura.
Pessoas de qualquer idade podem se beneficiar com o uso das essências florais, porque devido à sua natureza vibracional, não causam impacto direto sobre a bioquímica ou sobre as funções fisiológicas do corpo, tal como as drogas farmacêuticas e psicoativas (KAMINSKI, 1997).
A terapia floral faz com que
prestemos atenção a nossos males e aprendamos com eles, para que
continuemos a nos transformar e a evoluir. Quando as essências
florais são escolhidas e usadas com sucesso, deveríamos ser capazes
de discernir que nossa vida esta diferente, que alguma coisa mudou
em nosso coração, mente e corpo (KAMINSKI,
2000).
Portanto, o principal objetivo
das essências é ajudar as pessoas a contatarem seu Eu Superior, ou
seja, seu próprio centro intuitivo que conhece seu propósito de
vida. É chegada a hora das pessoas aprenderem, defenderem e
seguirem aquilo que realmente querem e precisam fazer (WHITE,
2001).
O princípio dos florais é o da
transformação das disposições mentais negativas, que são nossos
sofrimentos físicos ou mentais, em disposições mentais positivas,
que são as qualidades que queremos adquirir em nossa vida (MONARI,
2001).
Os florais capacitam dominar suas emoções, inspiram confiança e
esperança. Auxilia o corpo físico a revigorar forças e proporcionar
serenidade a mente. Previnem o aparecimento de enfermidades e
colaboram para o alcance de um estado harmônico, capaz de
promover o bem estar geral.
Os florais também podem ser
utilizados em animais, avaliando-se as características próprias de
cada animal, e desenvolvendo-se a compaixão e a sensibilidade para
entender o que o animal está realmente dizendo com seu
comportamento (KAMINSKI, 2000).






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